Cervejas trapistas e de abadia belgas
Ales belgas escuras fortes - dubbels, tripels, quadrupels trapistas (Westmalle, Chimay, Rochefort, Westvleteren, Orval, La Trappe). Malte rico, ésteres de levedura complexos, alto teor alcoólico.
Emparelhamento princípio
A doçura do malte + os ésteres de levedura de frutas secas + o álcool aquecedor = combinam com os queijos de casca lavada tradicionais dos mosteiros, produzidos pelas mesmas ordens religiosas.
Por que isso? funciona
A tradição trapista de harmonização de cerveja e queijo é monástica em ambos os sentidos — muitos desses queijos eram originalmente produzidos pelos mesmos mosteiros que fabricavam as cervejas, com a mesma lógica de regras de jejum moldando ambos os produtos. As notas de frutas secas, figo e cravo da levedura belga complementam o sabor intenso da casca lavada; o açúcar residual harmoniza com a gordura da mesma forma que o vinho fortificado. A Orval é particularmente especial porque sua fermentação secundária com Brettanomyces a torna a cerveja trapista que melhor harmoniza com queijo.
Clássico emparelhamentos
- Chimay Grand Cru + queijo trapista Chimay (mesmo mosteiro)
- Westmalle Tripel + trapista envelhecido de casca lavada
- Orval + Comté envelhecido ou alpino duro
- Rochefort 10 + Roquefort (Vinho azul belga-francês, alternativa ao Porto)
- Saint-Paulin ou Port Salut + dublagem belga
Contemporâneo recomendações
- Reserva Pleasant Ridge + Westmalle Dubbel
- Harbison + La Trappe Quadrupel
- Forte, americano, de casca lavada + Orval
Servindo
Evitar com
- Queijos frescos delicados (impressionantes)
- Queijos de cabra suaves